Repasse é vender carro por conta própria: você compra abaixo do mercado (de particular, de loja que precisa girar estoque, de leilão) e vende pelo preço de mercado — ou intermedeia a venda de um carro que não é seu e recebe uma diferença combinada. O canal é o de sempre: grupos de repasse no WhatsApp e no Facebook, Marketplace, OLX, indicação.
Todo repassador conhece a receita 1. Poucos sabem que a mesma venda tem mais duas.
A diferença entre o que você pagou e o que vendeu. Depende de comprar bem, conhecer preço (tabela, região, procedência) e vender rápido. É a única que a maioria ganha.
Quase todo comprador de usado financia. O banco paga comissão pra quem trouxe o contrato. Se você não é credenciado, essa comissão fica com a loja, o correspondente ou ninguém.
Carro financiado normalmente precisa de seguro, e carro comprado quer seguro. A seguradora paga corretagem ao corretor. Se você não indicou, foi pra quem indicou.
Porque o caminho tradicional pra ganhar no financiamento é ser correspondente bancário: empresa aberta, CNPJ, credenciamento em cada banco, certificação da equipe. As plataformas de "seja um agente" repetem a exigência de CNPJ. E pra ganhar no seguro é preciso ser corretor registrado na SUSEP ou preposto de uma corretora.
Quem vende por conta própria não se encaixa em nenhum dos dois. Então a venda que você fez inteira — achou o carro, achou o cliente, negociou, entregou — paga o financiamento pra um banco que você nem escolheu e o seguro pra um corretor que nunca viu o cliente.
O atalho é ser parceiro indicador de quem já tem o credenciamento: uma corretora de seguros registrada na SUSEP que também é parceira dos bancos. Você indica o cliente; ela roda a proposta no banco, emite o seguro e divide a comissão com você.
É assim que a Sena Negócios trabalha com repassadores desde 2026. Você manda nome, CPF, carro, valor e entrada do comprador. A Sena roda no Banco Safra, no BV e nos bancos parceiros; se um recusa, tenta outro. Aprovou e pagou, você recebe em média 50% da comissão que o banco pagou à Sena. O seguro sai cotado em 31+ seguradoras e, emitido, gera a segunda comissão — também dividida.
A Suzana faz duas perguntas e marca com o time. Você vê os números por dentro.
Ficha de parceiro e contrato assinado eletronicamente. Pessoa física serve; a documentação é confirmada na ativação.
Nome, CPF, carro, valor, entrada. Pelo WhatsApp mesmo. O time roda no Safra, no BV e nos parceiros.
Contrato aprovado e pago pelo banco → comissão do financiamento. Apólice emitida → comissão do seguro.
Prefere ir direto? A ficha de parceiro gera o contrato eletrônico na hora; a Suzana confirma a ativação com você.
Como correspondente bancário direto ou corretor de seguros, sim. Como parceiro indicador de uma corretora credenciada, não. A Sena aceita pessoa física; a documentação é confirmada na ativação.
Depende do valor financiado, do banco e do seguro. O parceiro recebe em média 50% da comissão que a Sena recebe no financiamento e no seguro. Numa venda de R$ 45 mil com R$ 35 mil financiados, o exemplo desta página dá algo perto de R$ 500 — ilustrativo, não promessa.
O cliente contrata financiamento e seguro pelo preço do banco e da seguradora; a comissão é paga por eles, não pelo cliente. A Sena é corretora registrada (SUSEP 262176424) e o contrato de parceria formaliza sua remuneração.
A Sena tenta nos outros bancos parceiros. Cada um decide pelo próprio critério; não existe garantia de aprovação, mas o caso passa por mais de uma análise.
Sim — é o perfil mais comum entre os parceiros da Sena. Quem não pode esperar a contemplação vai pro financiamento; quem comprou o carro faz o seguro. Você oferece os três.
Não. Sem mensalidade, sem taxa de adesão, sem exclusividade. Você continua com os bancos, lojas e corretores que já usa.
Manda o caso. A gente roda hoje. E a partir do próximo cliente, você ganha nas três pontas.
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